Depois da entrevista concedida à Record, e com algumas conversas, fiquei pensando, qual será o conceito de riqueza para a maior parte da população?
Será que é ter uma quantia x de dinheiro? Ou poder gastar sem pensar x por mês, por ano? Você já pensou nisso? Então, se imagine, qual o número para que você se considere rico, ou o que acredita que pode fazer para que essa tal riqueza esteja presente em sua vida, e assim, dizer, sou rico.
Diria que ela é variável para cada pessoa, existem aqueles que ganham um ou dois salários mínimos e se consideram ricos, e outros que ganham 10 ou mais que acreditam não serem ricos. Porque o foco não está no ganho, mas sim, no seu gasto. Isso mesmo.
Quando as pessoas desejam ganhar na Mega-Sena, ou qualquer outra premiação para ontem, o ganho almejado, e para que se possa gastar o quanto antes, é até estranho, querer ter dinheiro, mas dar vazão mais ao consumo imediato, do que um equilíbrio entre o SER, o TER e o FAZER.
Pare e pense também o seguinte. Quando você começou a trabalhar, e recebeu seus primeiros salários, e com o tempo foi alcançando novos patamares, em dados momentos, você para e reflete… “ah, se eu ganhasse x por mês, eu seria Rico, poderia fazer x, y e x, ter a, b e c”… e ai, esse tal salário chega até você, e por incrível que pareça, você não alcança seus tão sonhados objetivos, parece que quanto mais ganha, mais conta aparece para você.
Então, minha orientação de hoje, é para que olhe sua trajetória de relação com o dinheiro, qual seu conceito de riqueza, e o que de fato te faz rico. Acredite, ter mais dinheiro, só servirá e acontecerá com equilíbrio, se colocar ele como meio para realização de seus sonhos, esses sim, que serão os motivadores e incentivadores para que possa visualizar que a Riqueza já existe em sua vida, e tudo que mais for acrescentado nela, será para que possa ampliar seus dons, sua atuação enquanto ser aqui nesse planeta chamado Terra.
Beijos no coração de vocês,
Cíntia Senna